Somos frutos de nossas escolhas

Quando estava na faculdade, ouvi dizer que um administrador era um tomador de decisões por definição. Com o tempo, caiu-me a ficha de que aquilo não passava de falácia. Afinal, todos somos tomadores de decisões. A todo tempo as escolhas estão diante dos nossos olhos. Pior: somos o resultado da somatória de nossas próprias escolhas. Nós tomamos nossas decisões, e elas, somadas às demais escolhas que fizemos até ali, fazem de nós aquilo que nos tornamos.

Ainda assim, por vezes muitos se esquecem daquilo que os define, esquecendo-se de suas próprias histórias e das consequências das decisões que os trouxeram até onde estão. Passam a focar só no que é imediato e no que está ao alcance dos olhos. Escolhem assim o prazer do consumo imediato ao invés da poupança, ou do sexo em detrimento da família, entre muitos outros.

Não seria tempo, portanto, de parar um pouco e pensar no que de fato se quer? Não seria tempo de perceber que cada vez mais essa mesma coisa chamada tempo passa ainda mais rápido e sem pedir licença? O que queremos afinal? Ou melhor, o que queremos no final?

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Bruno Frossard, um curioso inquieto sobre temas que passeiam pela formalidade da política, a ortodoxia da economia e singularidade da fé e blogueiro Contextual

#BrunoFrossard

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